Ao nosso mestre, com carinho

Pai Francisco!

que o teu amor infinito pelas criaturas seja amparo nas horas de desespero e luz na escuridão.

A ti, querido pai espiritual, o nosso Amor.

Ciclos viciosos

Notadamente, vivemos em ciclos perversos de dramas obsessivos, doenças, manias e dependências (de pessoas, coisas, mundo exterior). Estamos cegos literalmente. A cegueira tanto pode ser nossa quanto induzida por um encarnado ou desencarnado (mormente em processos obsessivos). Por isso, entendemos o que Jesus quis dizer com “ cegos conduzindo cegos: ambos cairão no abismo”.

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Como reconhecer a nossa cegueira espiritual? Mais uma vez, recorremos às comparações de Jesus: reconhece-se a árvore pelos seus frutos. Internamente, vivenciamos problemas dos mais variados gêneros e eles são diretamente relacionados à ambição, desejo de poder, domínio, egoísmo, orgulho,cupidez, avareza, ganância… A nossa estrada que deveria ser de flores torna-se uma estrada cheia de obstáculos e perigos que nos espreitam os menores passos.

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Na sociedade ocidental, a doença é a maior indústria do mundo, é aquela que promove e gera mais riqueza, esta riqueza, é em parte usufruída por uns poucos milhares de pessoas, e a outra parte é investida de forma consecutiva na criação de novos “remédios” que venham atenuar os efeitos e os estragos que o remédio anterior provocou nos nossos corpos, e continuar a alimentar obviamente o sistema desta indústria. Outras das situações que geramos por desarmonia emocional é a necessidade compulsiva de aquisição de coisas, de toda a ordem e feitio, de Ter em vez de SER, o que nos dá temporariamente e de forma ilusória, a sensação de segurança e de poder. Porém, hoje em dia, como já é difícil SER alguém e, principalmente, TER alguma coisa, as pessoas estão preocupadas em PARECER. Parece que sei dençar, parece que sei reconhecer a verdade, parece que sou feliz. Quanta insanidade!

leapÉ a hora de dar o salto de mudança. O salto exige reconhecimento das forças, mas principalmente, reconhecimento das nossas limitações. Muitas vezes precisamos de novos ares mas desconhecemos o mares que queremos entrar. E aí, surgem dificuldades novas e desconhecidas, com o que não contávamos. E, para ultrapassar essa pequena mas importante fase, alguns requisitos necessários:

Cultivar a Saúde através dos pensamentos, palavras e ações

Promover a Paz

Amar sem apego e de forma incondicional

Sentir a integração em tudo que nos rodeia

Amar o próximo (realmente) como a Ti mesmo
(mas só consegues amar o próximo se te amares a ti mesmo)

Reaprender a Simplicidade em todas as facetas da nossa vida

Tudo aquilo que precisamos, a Terra tem abundância para todos, assim cada um encontre em si mesmo o sentido de justiça, de compartilhamento e de unicidade.

Para ilustrar um pouco mais essa história, vamos observar como os problemas e as nossas cruzes podem ser vistas. Mudar o ponto de vista é um fator crítico de sucesso na nossa empreitada diária chamada vida. É preciso entender como as dificuldades trazem sempre um novo tipo de aprendizagem. Podem acreditar: não existe um mal que não seja aproveitado. Todo o mal redundará num bem. O nosso destino é descobrir o Divino dentro de nós. Onde vive o Divino, a doença e o mal não mais se aproximam, apenas a bem-aventurança se manifesta em nós e no próximo.

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Defesas vibracionais

A energia de defesa, ou Wei Qi segundo a Medicina Chinesa, se localiza logo abaixo da pele e serve como barreira entre o corpo físico e elementos externos, atuando como nosso sistema defensivo, além de aquecer os músculos e regular a temperatura corporal. Quem controla o Wei Qi dentro da Medicina Chinesa é o Baço/Pâncreas (chakra esplênico), responsável pela retirada do Qi dos alimentos e cuja emoção correspondente é o pensamento constante, a preocupação. Por isso a preocupação excessiva e uma alimentação desregulada enfraquecem o Wei Qi, parte importante de nosso sistema imunológico.

O Wei Qi se assemelha bastante com o duplo etérico. Em toda a obra de Andre Luiz e em particular no livro “Evolução em Dois Mundos” vai falar em uma constituição composta do perispírito. Nesta obra ele já fala em no Duplo Etérico – corpo perecível com função vitalizante do corpo físico – para evitar confusão de termos, denomina o perispírito como conhecemos como ” Psicossoma” – corpo plasmador do corpo físico e veste do espírito nas esferas mais próximas a Terra – e fala em Corpo Mental.

Chakra Esplênico: Regula a entrada do prana no duplo etérico do homem. Localizado sobre o baço, a vitalidade que distribui é superior à do básico, quanto ao nível de freqüência. Chakra da vida vegetativa, é mais brilhante que o anterior e tem colorido variável. Apresenta grande importância nos fenômenos mediúnicos, pois é através de seu campo magnético que os espíritos incorporam nos médiuns.  As descrições dos chacras variam e em algumas tradições o centro localizado acima do baço é considerado como um dos sete principais centros; em outras, é tido como subsidiário. Sua função mais importante é absorver a vitalidade do campo energético, modificá-la, e depois distribuí-la aos outros centros.

Para um agente contagioso chegar até nosso corpo ele tem que atravessar dois sistemas energéticos: a aura e a energia de defesa, chamado de Wei Qi pelos chineses. A aura é um campo bioelétrico externo formado por diversas frequências e que atinge por volta de 1,20m de diâmetro em pessoas saudáveis. Quanto mais forte energeticamente a pessoa, maior o diâmetro de sua aura. Uma pessoa com uma aura forte pode resistir melhor a ambientes infecciosos. Cansaço, estresse, alimentação deficiente e transtornos emocionais reduzem o poder da aura. Muitas pessoas que se dedicam a tratar enfermos, de forma caritativa, passam anos em contato com pessoas infectadas por vários tipos de doenças e não adoecem. Madre Tereza de Calcutá é um exemplo. Isso ocorre porque este tipo de atendimento eleva a espiritualidade da pessoa, é feito de coração, e sua aura se torna mais forte e robusta.

Esse sistema de defesa orgânica está intimamente ligado ao nosso sistema energético, fazendo com que nossa capacidade de proteção esteja sujeita aos nossos estados emocionais. Tristeza, depressão, estresse, exaustão são estados que podem enfraquecer nosso sistema imunológico.

Essa relação entre as células e energia foi demonstrado experimentalmente ainda na década de 1920 por Georges Lakhovsky, um engenheiro russo radicado na França. O trabalho extraordinário de Lakhovsky demonstrou que uma estimulação energética, no caso dele dentro de frequências eletromagnéticas, NAS CÉLULAS SAUDÁVEIS resolvia problemas de saúde, particularmente o câncer. Observe que, ao invés de atacar as células inimigas ele fortalecia as células sadias. O que ele “descobriu” é o que médicos chineses e indianos afirmam há milênios: devemos fortalecer o corpo e nos concentrarmos na saúde ao invés de nos concentrarmos em combater a doença.

Ao final dos experimentos de Lakhovsky com células vivas, pessoas e plantas, ele se aproximou da idéia de uma energia universal sutil ainda não detectada cientificamente mas de existência inquestionável. Conhecemos isso como Ectoplasma.

Para se manter saudável a primeira providência é não se preocupar com doenças. Se você fizer sua parte não precisará pensar em perda de saúde.

A preocupação com as doenças drenam seu sistema energético e abrem as portas do corpo para… doenças!

Um tipo equivocado de mentalização seria:

“Sou forte e não vou ficar doente. Nenhuma doença pode me vencer”.

Nessa afirmação você usou “doente” e “doença” e é nessas palavras que nosso subconsciente vai se prender. Sempre que for montar alguma afirmação, use fatores positivos e nunca negações de problemas. Negar um problema sinaliza que ele existe!

Procure firmar seu pensamento em saúde e acredite nisso. Faça todos os dias a seguinte afirmação:

Sou uma pessoa saudável e disposta. Minha energia é abundante e estou em sintonia com o Universo. Nada pode me afetar. Estou centrado e emocionalmente equilibrado

“O senhor não daria banho a um leproso nem por um milhão de dólares? Eu também não. Só por amor se pode dar banho a um leproso.”

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Madre Teresa de Calcutá