A energia que contagia

A força de um grupo é mais importante que o talento de um só. Talvez isso explique (em parte) porque Jesus buscou Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Lebeu, apelidado Tadeu; Simão o Zelote, e Judas Iscariotes como seus discípulos.

O Lar de Frei Luiz tem buscado, através das reuniões públicas, levar auxílio e lenitivo para aqueles que padecem de dores físicas, morais ou espirituais. A força do conjunto tem ajudado milhares de pessoas toda semana. E isso é o que tem sustentado a mini cidade do Amor durante todos esses anos. É o AMOR e a vontade de ajudar que anima o grupo formado por tantos médiuns.

A força, a prece, a união e o desejo de fazer o bem são os motores que fazem com que a Obra permaneça desempenhando seu objetivo. Porém, muitas vezes, não é tarefa fácil conduzir o trabalho. O presidente e os dirigentes de uma casa espírita são constantemente atacados por entidades espirituais e pior, por seus confrades. A crítica é sempre saudável, o que não pode haver é cisão, divisão, porque a força outrora reunida se perde. Entretanto, uma coisa é totalmente certa: que não se desdenhe da proteção e direcionamento de Frei Luiz e de todas as entidades espirituais que estão no comando do Lar. O barco não está abandonado. Se acontecem problemas e disputas, elas são inteiramente humanas, não sendo referendadas pelas entidades. Eles só deixam que aconteça para que haja um aprendizado. No momento em que existir a possibilidade de descaminho ou que prejudique a Obra, eles interferem pois tem meios de fazer isso. Portanto, não desdenhem da proteção e direção espiritual de Frei Luiz! Eu relato isso pois na reunião de orientação mediúnica do dia 7 de junho de 2009, nós falamos sobre a proteção e a direção dos trabalhos espirituais efetuados por Frei Luiz e as entidades responsáveis e que, acima deles, estava Jesus. Isso foi confirmado nas vidências da mesma reunião, no Salão Principal, através da psicografia, onde uma entidade espiritual disse (não exatamente nessas mesmas palavras): “Este local está protegido e não achem que ele está sem um comandante. Esse local é dirigido por Frei Luiz!”.

A força do grupo é importantíssima, mas muito pouco ou nada é efetuado sem um comando, sem uma direção. E é por isso que nós mostramos o vídeo abaixo a fim de estimular a força do grupo sem esquecer que existe sempre uma força potente que direciona.

Como podem ver, até o mundo corporativo está percebendo isso. Para que um trabalho seja feito, é necessário preparação, treino, errar e acertar (felizmente existem os professores para nos corrigir!) e, finalmente, botar a mão na massa.

Essa é a nossa tarefa: colocar força e energia no nosso trabalho. A mudança nos outros começa em NÓS!

 

Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Lebeu, apelidado Tadeu;
Simão o Zelote, e Judas Iscariote
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Por que se reunir para se desenvolver mediunicamente?

Por que devemos nos reunir para fazer o desenvolvimento mediúnico?

 

sozinho

Por que nos reunirmos? Por que nos desviarmos de nossas ocupações? Não pode cada um fazer em particular aquilo que nos propomos fazer em comum? Não o faz cada um pelos seus? Não o pode fazer diariamente todos os dias e à cada hora? Qual, então, a utilidade de assim se reunir num dia determinado? Uma possível resposta para esse questionamento é a COMUNHÃO DE PENSAMENTOS. Comunhão de pensamentos. Será que nós compreendemos bem todo o alcance desta expressão? Comunhão quer dizer pensamento comum, unidade de intenção, de vontade, de desejo, de aspiração. Pensamento é força. O pensamento é o atributo característico do ser espiritual; é o que distingue o espírito da matéria. A vontade não é um atributo especial do espírito; é o pensamento chegado a um certo grau de energia, é o pensamento transformado em força motriz.

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“O pensamento age sobre os fluídos ambientes, como o som sobre o ar; esses fluidos nos trazem o pensamento, como o ar nos traz o som. Podemos afirmar com toda a verdade que há nesses fluidos ondas e raios de pensamento que se cruzam sem se confundir, como há no ar ondas e raios sonoros.”

Allan Kardec

Confirmamos essa informação de Kardec no livro “Cartas de uma morta”, onde a mãe do nosso querido Chico Xavier, no capítulo 75, relata:

(…) Fixando atentamente o quadro, notei que filamentos estranhos, em posição vertical, se entrelaçavam nas vastidões sem se confundirem. Não haviam dois iguais e as suas cores variavam do escuro ao mais brilhante. Alguns se apagavam, mas outros se acendiam em extraordinária sucessão e todos eram possuídos de movimento natural, sem uniformidade em suas particularidades.

– “Esses filamentos” – disse-me com bondade – “são os pensamentos emitidos por personalidades encarnadas; são reflexos cheios de vida, através dos quais podemos avaliar os cérebros que os transmitem. Aos poucos conhecerás quais são os da concupiscência, os da maldade, os da pureza, os do amor ao próximo. 

Esses raros, que aí vês e que se caracterizam pela sua alvura fulgurante, são os emitidos pela virtude e quando nos colocamos em imediata relação com uma destas manifestações, que nos chegam dos espíritos da Terra, o contacto direto se verifica entre nós e a individualidade que nos interessa”

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Uma assembléia é um foco onde irradiam pensamentos diversos; é como uma orquestra, um coro de pensamentos onde cada um produz a sua nota. Disto resulta uma porção de correntes e de eflúvios fluídicos dos quais cada um recebe a impressão dos sons pelo sentido da audição. Se o conjunto for harmônico a impressão é agradável; se for discordante, a impressão será penosa. Ora, por isto, é necessário que o pensamento seja formulado em palavras; a radiação fluídica não deixa de existir, quer seja, ou não expressa.

uniao

Se o pensamento coletivo adquire força pelo número, um conjunto de pensamentos idênticos, tendo o bem por objetivo, terá mais força para neutralizar a ação dos maus Espíritos. Também vemos que a tática destes últimos é levar à divisão e ao isolamento. Sozinho, um homem pode sucumbir, ao passo que se sua vontade for corroborada por outras vontades, ele poderá resistir, conforme o axioma: A união faz a força, axioma verdadeiro, tanto no moral quanto no físico. Assim, pela comunhão de pensamentos, os homens se assistem entre si e, ao mesmo tempo, assistem os Espíritos e são por estes assistidos. As relações do mundo visível e do mundo invisível não são mais individuais, são coletivas e, por isto mesmo, mais poderosas em proveito das massas, como no do indivíduos. Numa palavra, estabelece a solidariedade, que é a base da fraternidade. Ninguém trabalha para si só, mas para todos; e trabalhando para todos, cada um aí encontra a sua parte. É o que o egoísmo não compreende. 
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Por que se reunir? É aí, com efeito, que podem e devem exercer toda a sua força, porque o objetivo deve ser o desligamento do pensamento do domínio da matéria. Infelizmente a maioria se afasta deste princípio, à medida que tornam a religião uma questão de forma. Aí entram as fórmulas e os dogmas.
O que Jesus quis dizer quando falou: “onde estiverem dois ou mais reunidos em meu nome, ali eu estarei”? Reunidos em meu nome, isto é, com um pensamento comum!!
Se perguntarmos para um monte de gente: “que horas são?”, obteremos diversas respostas. Se nem os relógios estão síncronos, imaginem aqueles que dizem professar os mesmos preceitos religiosos!
Se as assembléias religiosas muitas vezes se afastaram de seu objetivo principal, que é a comunhão fraterna do pensamento; se o ensino que aí é dado nem sempre seguiu o movimento progressivo da humanidade, é que os homens não cumprem todos os progressos ao mesmo tempo. Saibamos, pois, esperar, e não peçamos a uma época mais do que ela pode dar. Como as plantas, é preciso que as idéias amadureçam para colher os frutos.
Tirando algumas frases minhas e as imagens captadas na Internet, é dever de consciência dar crédito à fonte. Esse texto foi tirado da Revista Espírita, um discurso de Allan Kardec no dia de finados, feito no cemitério em Paris! 
Portanto, entendemos como o estudo é imprescindível; mas, mais do que isso, é preciso contextualizar as informações. É por isso que a Doutrina Espírita é inédita em sua forma e conteúdo, porque ultrapassa barreiras temporais e seus conceitos são totalmente atuais. Já que é assim, vamos aproveitar e USAR isso em nosso favor e no auxílio e esclarecimento ao próximo.
Abraços!
Comunhão de pensamentos. Compreendemos bem todo o alcance desta expressão?
Comunhão quer dizer pensamento comum, unidade de intenção, de vontade, de desejo, de aspiração. Pensamento é força

Qual o caminho a seguir na mediunidade?

Qual o caminho a seguir na mediunidade?

caminho

Pode não parecer, mas essa pergunta fica na cabeça de todos aqueles que tem determinado grau de percepção extra-sensorial. Qual o caminho que devo seguir? Por que tenho que desenvolver a mediunidade? O que posso fazer com esse dom para o meu avanço espiritual?

Essas perguntas são muito coerentes e têm respostas, porém, o mais importante é saber COMO proceder em relação a essa capacidade concedida pela onipotência divina. 

Existem 3 requisitos básicos para que a mediunidade seja um bem e não um estorvo para seu detentor:

humildade

A primeira qualidade a ser desenvolvida é a HUMILDADE. Humildade vem do Latim humus que significa “filhos da terra“. Refere-se à qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas. A Humildade é a virtude que dá o sentimento exato da nossa fraqueza, modéstia, respeito, pobreza, reverência e submissão.

obediencia

A segunda qualidade a ser observada pelo detentor da mediunidade é a OBEDIÊNCIA. A obediência (do latim obedire = obedecer) pode ser classificada como uma das virtudes e se define como um comportamento pelo qual uma pessoa aceita as ordens dadas por outra pessoa.

disciplina

Finalmente, a terceira qualidade importante para os médiuns é a DISCIPLINA. Disciplina é uma palavra que tem a mesma etimologia da palavra “discípulo”, que significa “aquele que segue”. Nesse ínterim, lembramos da passagem na qual o nosso querido Chico Xavier se apresenta para o trabalho na mediunidade junto a Emmanuel requisitando sua proteção no exercício do trabalho de intercâmbio e pergunta o que é preciso para desempenhar tal tarefa. Emmanuel asseverou 3 requisitos:

– Disciplina, disciplina e disciplina!

Sabemos que a disciplina é um componente principal na execução de qualquer tarefa na vida, porém essa afirmação veemente do Espírito guia de Chico tem uma visão muito mais profunda. Creio, pessoalmente, que Emmanuel tenha querido dizer:

  • Disciplina material;
  • Disciplina mental;
  • Disciplina espiritual.

Vemos nessa recomendação de Emmanuel ao seu médium uma enorme sabedoria, porque é muito difícil conseguir desenvolvimento na atividade mediúnica sem ter disciplina nesses 3 aspectos. Eles estão intimamente ligados uns aos outros e se auto-influenciam constantemente! 

E aí, buscamos no Evangelho o maior exemplo para conseguir desempenhar-se bem nesse desiderato: o exemplo de Jesus que, ao lavar os pés dos seus apóstolos, demonstra as 3 qualidades básicas do médium: humildade, obediência e disciplina.
12apostolos
Muitos obstáculos se apresentarão ao médium durante sua jornada e os principais são:
1 – ele mesmo;
2 – a organização espírita.
Todos sabemos dos nossos defeitos, não precisamos repetir essa velha ladainha. Já a organização espírita exerce um papel bastante importante no desenvolvimento dos médiuns. Porém, toda organização é constituída de indivíduos e esses, por padrão, têm seus defeitos. Estar numa organização espírita não nos exime do passado delituoso, bem como das nossas conquistas maiores no campo do Bem. E sob uma mesma bandeira, é necessário seguir determinadas ordens. Em muitos lugares é possível observar que nem todas as ordens são seguidas por seus adeptos. Vai da consciência de cada componente manter um estado de convivência saudável, mas se isso não acontece, a espiritualidade inferior se aproveita dessas brechas e impõe a dúvida, a mentira, a influência negativa. 
E aí vale sempre relembrar a recomendação do Mestre: “Orai e vigiai”.
Os Espíritos que se manifestam no Lar de Frei Luiz (mormente os responsáveis por aquele Lar) afirmam: “A OBRA ESTÁ ACIMA DE TUDO”.
Temos que estar cientes que essa obra está sendo bem conduzida e seu destino está traçado, simplesmente porque ela tem um dono:
jesus
Assim, meus amigos, estaremos construindo um futuro espiritual magnífico. Está em nossas mãos.
Humildade vem do Latim humus que significa “filhos da terra”. Refere-se à qualidade daqueles que não tentam se projetar sobre as outras pessoas, nem mostrar ser superior a elas. A Humildade é a virtude que dá o sentimento exato da nossa fraqueza, modéstia, respeito, pobreza, reverência e submissão.